CONSULTA
BUSCA
ACISBEC ON-LINE

Consultas Online. Clique aqui!
Buscar porna


Cadastre seu e-mail e receba!

   ACISBEC

   Associados

   Associe-se

   Serviços   

   Comércio Exterior

   Consultor Virtual

   Cursos, Palestras
    e Eventos


   Palavra do Presidente

   Projeto Empreender

   Dê Sua Opinião

   Utilidade Pública

   Atendimento

   Cartilha Limpe o Nome

   Cartilha Cheque

   Cartilha Orçamento

   Núcleo Jovem
    Empreendedor



   NOTÍCIAS

   ACISBEC

   São Bernardo do Campo

   Brasil

   Mundo

   Economia

   Política

   Artigos Empreendedores
    NJE


   Newsletter   



   INSTITUCIONAL

   Memória

   Diretoria

   Ex-presidentes

   Privacidade


  Clique aqui!


Notícias > Boletim Informativo NJE

09/04/2007 09:50:32 - Agência Sebrae de Notícias


Brasil mantém a sétima posição entre os países mais empreendedores

Existem no País sete milhões de empreendedores motivados por oportunidade, contra seis milhões que abrem negócios por necessidade

Mais uma vez, o Brasil é o sétimo país com o maior número de pessoas que abrem negócios no mundo. São cerca de 13 milhões de empreendedores iniciais (com até três anos e meio de atividade), de acordo com a mais nova pesquisa do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que mede as taxas do empreendedorismo mundial. O Brasil tem a mesma posição da edição anterior da pesquisa. Os resultados da nova edição, que abrangem análise de 37 países, foram divulgados nesta terça-feira (14), em Brasília.

A principal novidade desta edição do GEM é a elaboração de duas categorias de ranking. Uma delas é produzida com base na taxa de empreendedores em estágio inicial, medida pela porcentagem de pessoas de um determinado país com idade entre 18 e 64 anos, que estão iniciando um negócio ou já abriram há no máximo três anos e meio.

Nesta categoria, os países mais empreendedores são Venezuela (25%), Tailândia (20,7%), Nova Zelândia (17,6%), Jamaica (17%), China (13,7%), Estados Unidos (12,4%) e Brasil (11,3%). Já os países menos empreendedores são Hungria (1,9%), Japão (2,2%), Bélgica (3,9%) e Suécia (4,0 %).

Empreendedores estabelecidos

A segunda categoria de ranking é baseada na taxa de empreendedores estabelecidos, mensurada pelo percentual de pessoas entre 18 e 64 anos, que têm negócios há mais de três anos e meio. Neste aspecto, a posição do Brasil ficou melhor, ocupando o quinto lugar (10.1%). Os campeões são Tailândia (14,1%), China (13,2%), Nova Zelândia (10,8%) e Grécia (10,5 %), enquanto os lanterninhas são África do Sul (1,3%), México (1,9%), Hungria (2,0%) e França (2,3%). Vale lembrar que até a edição anterior, a metodologia do GEM considerava apenas o ranking por empreendedores iniciais.

Com relação ao Brasil, o estudo sugere que está havendo acomodação na dinâmica de criação de novos negócios ou uma maior sobrevivência dos existentes. Ressalta-se que 60% dos empreendedores estabelecidos têm seus empreendimentos entre 10 e 15 anos.

Esta edição do GEM elaborou ainda uma terceira forma de classificação, constituída pela razão entre empreendedores estabelecidos e iniciais, ou seja, por um índice que revela a quantidade de empresas estabelecidas para cada empresa inicial. Desta forma, o estudo permite um panorama das condições de sobrevivência dos negócios. Como esperado, o resultado indica que os negócios com até três anos e meio de vida têm mais chances de se estabelecerem por mais tempo nos países de renda alta, como na Europa, do que os de renda média, como o Brasil.

Sob essa ótica, o painel muda completamente. Os países que mais se destacam neste terceiro ranking são Japão (razão de 2,45), Finlândia (1,73), Grécia (1,61), Suíça (1,6) e Suécia (1,5). O Brasil fica em 14 lugar, com razão de 0,89. Ou seja, se temos orgulho de nossa força para empreender, o mesmo não podemos dizer quanto à manutenção dos negócios criados. Mas é curioso perceber que em situação muito pior encontram-se os Estados Unidos (razão de 0,38), França (0,42), Nova Zelândia (0,62), Tailândia (0,68) e Alemanha (0,78).

Significa dizer que vários países considerados pouco empreendedores, do ponto de vista da iniciativa de abrir negócios, como Japão e Suécia, sobem ao topo quando se leva em conta a duração dos empreendimentos.

Para a coordenadora técnica do grupo GEM Brasil, Simara Greco, a adoção da terminologia empreendedores em estágio inicial e a inclusão dos empreendedores estabelecidos no estudo representa um bom aprimoramento da metodologia aplicada. Buscamos ampliar a visão da atividade empreendedora dos países como fenômeno multifacetado que inclui a evolução dos empreendimentos em várias fases do processo, afirma.

Motivações para empreender

Quanto à motivação, a pesquisa manteve a tradicional análise sob dois grupos: os que empreendem por oportunidade (pessoas que têm vocação ou acham nichos pouco explorados) e as que empreendem por necessidade, por não encontrarem outra forma de gerar renda. No Brasil, 6% (7 milhões) dos empreendedores iniciais são motivados por oportunidade, contra 5,3% (6 milhões) dos empreendedores motivados por necessidade.

Nesse sentido, o estudo mostra a crescente influência do segundo grupo em nosso País. Não é por acaso que o Brasil ocupa a 15 posição no empreendedorismo por oportunidade (taxa de 6%) e o 4 lugar dos empreendimentos por necessidade (taxa de 5,3%).

Metodologia

O Global Entrepreneurship Monitor é um projeto de pesquisa executado por um consórcio de universidades e institutos de pesquisas de diversos países, coordenado pela London Business Schooll (Inglaterra) e o Babson College (Estados Unidos). Para realizar a pesquisa no Brasil, em 2000 foi criada a equipe GEM Brasil, atualmente instalada no Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Paraná (IBQP). Além do Sebrae Nacional, o trabalho tem apoio da PUC-Paraná e do Sistema da Federação das Indústrias do Paraná.

No Brasil, a amostra foi feita com entrevistas a dois mil empreendedores, entre 18 e 64 anos, com 95% de confiança e erro amostral de 1,47%. Além disso, os pesquisadores brasileiros coletaram opiniões de 36 especialistas, entre empresários, políticos e acadêmicos.



Capa | Imprimir | Topo


15/10
11:52
Bovespa despenca com medo de recessão
15/10
11:46
Vendas no varejo avançam 1,1% em agosto
15/10
11:40
Bancários: justiça determina 48h para fim da greve
06/10
18:04
Dólar sobe 7,5% no dia e fecha a R$ 2,20
06/10
18:00
Bovespa reduz perdas e fecha em -5,43%
03/10
11:48
Bovespa sobe apesar de tensão nos mercados
03/10
11:24
Brasil e Argentina eliminam dólar de comércio
03/10
11:04
Bovespa sobe apesar de tensão nos mercados
01/10
12:02
Exportações superam US$ 150 bilhões no ano
01/10
11:45
Bovespa recua, à espera de votação nos EUA



© 2003 - ACISBEC - Associação Comercial de São Bernardo do Campo. Todos os direitos reservados.
Fones: Administração - (11) 2131.4800/4123.3100 - SCPC/Cadastro - (11) 2131.4833/4123.4833
Sede: Brigadeiro Faria Lima, 360 - Centro - São Bernardo do Campo - SP - Brasil - CEP 09720-000
Desenvolvimento e Atualização

   Palavra do Coordenador
   Agenda de Eventos

   Vivência Empreendedora

   Empreendedorismo Hoje

   Para Ler e Refletir

   Dica do Mês

   Noticias NJE


   Pessoa Jurídica

   Pessoa Física

   Outros Serviços

   Meios de Acesso

   2ª Via do Boleto

 ACISBEC
 GOOGLE
 Pessoa Jurídica 885 - UseAuto
 886 - SCPC Empresarial Placa Base Estadual
 880 - PAC Estadual Chassi Base Estadual
 881 - PAC Nacional Placa
 882 - Alerta Cadastral Chassi
 883 - Síntese Cadastral Proprietário
 982 - SCPCE Estadual + UseCheque Código RENAVAM
 669 - SCPCE Nacional + UseCheque Número do Motor
 667 - Informação Cadastral Ocorrência por Placa
 Pessoa Física Ocorrência por Chassi
 909 - SCPC Manutenção
 758 - SCPC + Cheque LGR Manutenção SCPC
 884 - SEGAM Estadual Manutenção SCPCE
 840 - SEGAM Nacional Manutenção Cheque
 757 - Integrada Outros
 781 - Síntese Cadastral Consulta Resposta
 Pessoa Jurídica e Física Relatório de Consulta
 906 - UseCheque
 820 - UseFone
 907 - Cheque LGR
 752 - LGR