CONSULTA
BUSCA
ACISBEC ON-LINE

Consultas Online. Clique aqui!
Buscar porna


Cadastre seu e-mail e receba!

   ACISBEC

   Associados

   Associe-se

   Serviços   

   Comércio Exterior

   Consultor Virtual

   Cursos, Palestras
    e Eventos


   Palavra do Presidente

   Projeto Empreender

   Dê Sua Opinião

   Utilidade Pública

   Atendimento

   Cartilha Limpe o Nome

   Cartilha Cheque

   Cartilha Orçamento

   Núcleo Jovem
    Empreendedor



   NOTÍCIAS

   ACISBEC

   São Bernardo do Campo

   Brasil

   Mundo

   Economia

   Política

   Artigos Empreendedores
    NJE


   Newsletter   



   INSTITUCIONAL

   Memória

   Diretoria

   Ex-presidentes

   Privacidade


  Clique aqui!


Queremos Platão e hip hop

Cursos de filosofia, história e música são a nova moda em treinamento de executivos Advogados do Mattos Filho, em São Paulo: aulas sobre religião

Por Samantha Lima

EXAME Sobrevivência na selva, rafting em rios caudalosos, escalada em montanhas íngremes. No início da década, atividades como essas se tornaram moda no mundo corporativo. Para motivar os funcionários e despertar o trabalho em equipe, as empresas acreditavam nos efeitos dos esportes radicais e em muita adrenalina. A onda agora é outra bem mais light, diga-se.

Em empresas como Coca-Cola, Itaú e Unilever é cada vez mais comum reunir os executivos para engatar um papo-cabeça sobre as idéias de filósofos como Platão e Nietzsche. O objetivo das empresas com as aulas sobre filosofia, arte e história é despertar o espírito crítico, a criatividade e a capacidade de abstração do pessoal. "Os encontros são um alívio para a pressão e uma oportunidade de confraternização", diz Moacir Zilbivicius, sócio do escritório de advocacia Mattos Filho, que acaba de oferecer a seus advogados um curso sobre as grandes religiões do mundo, ministrado pelo centro de estudos Casa do Saber, de São Paulo.

Um dos apelos desse tipo de aula é que normalmente elas são opcionais. "Os cursos obrigatórios despertam antipatia e descrédito, já que muitos funcionários não vêem nada lúdico nessas atividades", diz Cláudio Garcia, da consultoria DBM, especializada em recursos humanos. O oposto tende a ocorrer quando o funcionário pode decidir se participa ou não. Na sede do grupo Algar, em Uberlândia, um dos "treinamentos" mais procurados pelos empregados são as sessões de meditação da monja budista Coen Sensei. Na última delas, ocorrida em junho, houve até lista de espera -- apesar das 60 vagas disponíveis.

ALGUNS EXECUTIVOS QUE PARTICIPAM dessas atividades alternativas acabam ficando quase "viciados". É o caso de Mário Bochembuzio, gerente-médico do laboratório Merck Sharp & Dohme no Brasil. Aos 41 anos de idade, Bochembuzio já assistiu a três palestras neste ano: Beleza e arte, O que é uma vida bem-sucedida? e Intenção. "Estamos aprendendo uma forma não usual de ler os acontecimentos na empresa e na vida pessoal", diz ele. "Isso ajuda chefes e subordinados a aceitar suas diferenças e, assim, conviver melhor." Os benefícios, dizem os adeptos, podem ir além da melhora no relacionamento entre os funcionários.

Na Young & Rubicam, maior agência de publicidade do país, as aulas sobre filosofia e arte deram aos publicitários argumentos para convencer um cliente a usar imagens distorcidas numa campanha para jornais e revistas. "Em uma das aulas o professor usou a Pietà, de Michelangelo, para mostrar que mesmo onde falta proporção há beleza", diz Silvia Panico, diretora de atendimento da agência. "Usamos o mesmo argumento para convencer o cliente de que a beleza do conjunto era maior do que a estranheza que o detalhe poderia causar." Na subsidiária brasileira da gravadora Sony-BMG, 23 funcionários esmiuçaram os movimentos musicais brasileiros no curso Da bossa nova ao hip hop.

Depois dos encontros, surgiu a idéia de lançar coletâneas sobre o tropicalismo e a era dos festivais -- sugestões que a gravadora ainda está estudando. "O curso estimulou a paixão do nosso pessoal, o que é importante porque a indústria fonográfica passa por um momento delicado", diz Flávia Ribeiro, gerente de planejamento e RH da Sony-BMG.

Quem está lucrando com o novo filão são escolas como a Casa do Saber, inaugurada em São Paulo em 2003 e inicialmente rotulada como um espaço para dondocas entediadas dar uma "polida" no conhecimento. Há dois anos, a escola começou a oferecer também aulas a empresas. Desde então, 68 cursos e palestras já foram ministrados em 30 companhias. Em 2007, essa iniciativa deve gerar cerca de 400 000 reais, o equivalente a 10% de seu faturamento anual (um módulo de seis aulas custa, em média, 500 reais por funcionário). Consultores como o filósofo Mário Sérgio Cortella, professor da PUC de São Paulo, também ganham com a tendência.

Hoje, Cortella dedica metade de seu tempo a palestras em empresas. Nas exposições que faz em companhias como Itaú e Gerdau, os temas são Cenários de antropodiversidade (abordando tradições e preconceito), Não nascemos sabendo, ainda bem! (sobre a importância de exercitar a humildade) e Ética, indivíduo e sociedade. "Já tenho palestras agendadas até para o próximo ano", diz Cortella. Ele cobra de 7 000 a 15 000 reais nesses encontros.

Apesar da febre, é preciso tomar alguns cuidados ao oferecer essas atividades aos empregados. "Um dos melhores resultados desse tipo de curso é que os funcionários aprendem a questionar a si mesmos e à própria empresa. Mas, se a administração não estiver sintonizada com esse tipo de atitude, o investimento não só pode ser desperdiçado como também prejudicar o clima", diz Betania Tanure, da Fundação Dom Cabral.


Capa | Imprimir | Topo


15/10
11:52
Bovespa despenca com medo de recessão
15/10
11:46
Vendas no varejo avançam 1,1% em agosto
15/10
11:40
Bancários: justiça determina 48h para fim da greve
06/10
18:04
Dólar sobe 7,5% no dia e fecha a R$ 2,20
06/10
18:00
Bovespa reduz perdas e fecha em -5,43%
03/10
11:48
Bovespa sobe apesar de tensão nos mercados
03/10
11:24
Brasil e Argentina eliminam dólar de comércio
03/10
11:04
Bovespa sobe apesar de tensão nos mercados
01/10
12:02
Exportações superam US$ 150 bilhões no ano
01/10
11:45
Bovespa recua, à espera de votação nos EUA



© 2003 - ACISBEC - Associação Comercial de São Bernardo do Campo. Todos os direitos reservados.
Fones: Administração - (11) 2131.4800/4123.3100 - SCPC/Cadastro - (11) 2131.4833/4123.4833
Sede: Brigadeiro Faria Lima, 360 - Centro - São Bernardo do Campo - SP - Brasil - CEP 09720-000
Desenvolvimento e Atualização

   Palavra do Coordenador
   Agenda de Eventos

   Vivência Empreendedora

   Empreendedorismo Hoje

   Para Ler e Refletir

   Dica do Mês

   Noticias NJE


   Pessoa Jurídica

   Pessoa Física

   Outros Serviços

   Meios de Acesso

   2ª Via do Boleto

 ACISBEC
 GOOGLE
 Pessoa Jurídica 885 - UseAuto
 886 - SCPC Empresarial Placa Base Estadual
 880 - PAC Estadual Chassi Base Estadual
 881 - PAC Nacional Placa
 882 - Alerta Cadastral Chassi
 883 - Síntese Cadastral Proprietário
 982 - SCPCE Estadual + UseCheque Código RENAVAM
 669 - SCPCE Nacional + UseCheque Número do Motor
 667 - Informação Cadastral Ocorrência por Placa
 Pessoa Física Ocorrência por Chassi
 909 - SCPC Manutenção
 758 - SCPC + Cheque LGR Manutenção SCPC
 884 - SEGAM Estadual Manutenção SCPCE
 840 - SEGAM Nacional Manutenção Cheque
 757 - Integrada Outros
 781 - Síntese Cadastral Consulta Resposta
 Pessoa Jurídica e Física Relatório de Consulta
 906 - UseCheque
 820 - UseFone
 907 - Cheque LGR
 752 - LGR